À Conversa com António-Pedro Vasconcelos no IPOR

António-Pedro Vasconcelos estará à conversa no Café Oriente do IPOR, no dia 7, numa sessão aberta que antecede a exibição de Jaime, o primeiro dos três filmes que o realizador selecionou para partilhar e comentar com o público em Macau.

Ligado ao coletivo que, nos anos 60, procurou uma nova política e uma nova orientação estética para o cinema português, reunido em torno do Centro Português de Cinemae do movimento Cinema Novo, António-Pedro Vasconcelos tem marcado presença assídua na história recente da sétima arte portuguesa, como produtor, guionista e, sobretudo, como realizador.

A sua intervenção cívica e a sua preocupação com questões como o apoio às artes, o papel do serviço público de informação e comunicação constituem matérias às quais igualmente dedicou a sua atenção e pensamento, que registou em várias revistas e publicações, bem como nas suas obras editadas em Portugal. Um percurso que lhe valeu o agraciamento com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henriquepelo Estado português.

Sobre estes assuntos incidirá a conversa abertaque o IPOR promove e acolhe no Café Oriente, às 18h30 – aberta porque ela visa proporcionar um maior conhecimento do realizador e do seu trabalho – como agente cultural e artístico, como crítico, como cidadão – pelo que se abre espaço a uma participação do público.

Dos vários filmes que dirigiu, que mereceram diversas distinções e prémios em Portugal e em festivais internacionais, António-Pedro Vasconcelos escolheu três para serem exibidos ao longo desta atividade, por razões que terá ocasião de explicitar.

Jaime(1999) – a história de um miúdo com treze anos que trabalha de noite, às escondidas da mãe e do pai, convencido de que o dinheiro lhe permitirá comprar a felicidade perdida e que, não aceitando a separação dos pais, tudo fará para os juntar de novo” – é exibido logo após a conversa aberta, pelas 20.30h, no Auditório Dr. Stanley-Ho do consulado-Geral de Portugal.

No dia 11, às 18.45h, é a vez de Os Imortais(2003), filme que ilustra a reflexão que uma geração quis efetuar tanto sobre os meandros da guerra colonial, quanto das marcas que dela perduraram. Finalmente, no dia 12, às 18.30h, será exibido o filme Os Gatos Não têm Vertigens(2014).

A presença de António-Pedro Vasconcelos em Macau ocorre no quadro da programação de junho –mês de Portugal, tendo o IPOR contado com o apoio do Instituto Cultural da RAEM, do Consulado-Geral de Portugal em Macau e Hong Kong, da SJM, das produtoras Fado Filmes, MGN Filmes e do próprio António-Pedro Vasconcelos (cedência dos direitos paraOs Imortais) e a parceria dos co-organizadores daquele programa (Casa de Portugal e Fundação Oriente).

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